Oi extra terrestre.
É, você mesmo.
Mas não, não sou eu que te acho um ser de outro planeta,
Mas pelo visto não posso dizer que você é diferente que as pessoas já entendem como se te visse verde e de um olho só e com uma antena na cabeça (sim, esse é meu extra terrestre, comum e banal, algo que você não é, não pra mim, nem um pouco).
Então, oi.
Eu sorri ao escrever isso porque lembrei de você: oi.
E agora me veio um aperto no peito por me recordar do quanto você se julga, blablabla.
Oi.
É difícil falar de você, mas tão fácil te amar.
É difícil por em palavras tudo que penso.
Engraçado, talvez essa nossa relação que envolve tão poucas palavras (e mentes a mil, pelo menos a minha) acabe afetando o meu escrever sobre você.
Oi.
Queria te mostrar tudo isso, sabia?
Mas é, também não sou tão boa em compartilhar o que sinto, sei me controlar bem, pelo menos sóbria né.
Engraçado, escrevo pensando em você e me imaginando falando contigo: oi.
Talvez por isso esteja dando tantas voltas, ou talvez esse texto nem tenha um porquê mesmo.
Ou o porquê pode ser seu sorriso, seu jeito: você inteiro.
Que idiota eu, você odeia elogios e eu insisto em fazê-los.
Por que logo eu consigo te irritar tanto?
Oi, sinto sua falta, sabia?
Engraçado sentir sua falta se não tem nem 24 horas que nos falamos.
Talvez eu queira demais estar perto de você.
Mas eu gosto de estar sozinha também, mas é tão silencioso e calmo ao seu lado.
Oi
Acho que era só o que eu queria que meu celular mostrasse agora.
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