E eu podia ser uma garota normal, ser como todas as outras, seguir as regras básicas da perfeição. É, eu podia. Eu podia ser mais um prototico, ser mais uma boneca, ser mais uma. É, eu podia, mas não sou. Eu sou estranha, esquisita, diferente. Eu sou eu, sou o que sou e o que quero ser. Sou louca e quieta, sou fofa e sexy, sou chorona e dura, sou bruta e carinhosa. Sou o que me permito ser. Sou o que devo ser. E não me encaixo, e me perco e me acho, e fujo de mim mesma. Mas volto, sempre volto. E vivo aqui, nesse meu mundo, nessa minha paz inquieta e nessa minha vida erradamente certa.
domingo, 29 de janeiro de 2012
E eu sou o que me permito ser
E eu podia ser uma garota normal, ser como todas as outras, seguir as regras básicas da perfeição. É, eu podia. Eu podia ser mais um prototico, ser mais uma boneca, ser mais uma. É, eu podia, mas não sou. Eu sou estranha, esquisita, diferente. Eu sou eu, sou o que sou e o que quero ser. Sou louca e quieta, sou fofa e sexy, sou chorona e dura, sou bruta e carinhosa. Sou o que me permito ser. Sou o que devo ser. E não me encaixo, e me perco e me acho, e fujo de mim mesma. Mas volto, sempre volto. E vivo aqui, nesse meu mundo, nessa minha paz inquieta e nessa minha vida erradamente certa.
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